TREINO MODERADO DE CORRIDA CAUSA ALTERAÇÕES NAS PROPRIEDADES BIOMECÂNICAS DO TENDÃO DO CALCÂNEO?

Autores

  • Rodrigo Ribeiro de Oliveira Universidade federal do Ceará - UFC Faculdade de Medicina - FAMED Curso de Graduação em Fisioterapia
  • Márcio Almeida Bezerra Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - Universidade Federal de Pernambuco – Brasil;
  • Patrícia Verçoza de Castro Silveira Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia – Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
  • Gabriel Nunes de Mesquita Departamento de Fisioterapia – Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
  • Magno Felipe Holanda Barboza Inácio Teixeira Departamento de Engenharia Química - Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
  • Sílvia Regina Arruda de Moraes Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - Universidade Federal de Pernambuco - Brasil Departamento de Anatomia - Universidade Federal de Pernambuco – Brasil;

Palavras-chave:

Treinamento aeróbico moderado, tendão do calcâneo, propriedades mecânicas

Resumo

O efeito do treinamento aeróbio ainda apresenta resultados conflitantes com relação às respostas biomecânicas apresentadas pelo tendão após um período de treinamento aeróbio moderado, como a corrida. Este estudo tem como objetivo avaliar o efeito de um protocolo de corrida de intensidade moderada em esteira sobre as propriedades mecânicas dos tendões do calcâneo de ratos. Para o ensaio mecânico os tendões foram tracionados até o ponto de fracasso do espécime. O treinamento aeróbio de intensidade moderada em ratos não causa alterações nas propriedades biomecânicas do tendão de calcâneo, desta forma, parece não representar risco podendo ser eficaz por não levar o tendão do Calcâneo ao estresse e a fadiga mecânica.

Biografia do Autor

  • Rodrigo Ribeiro de Oliveira, Universidade federal do Ceará - UFC Faculdade de Medicina - FAMED Curso de Graduação em Fisioterapia

    Mestre em Fisioterapia pela Universidade Federal de Pernambuco – Brasil

    Doutorando em Ciências Morfológicas pelo programa interinstitucional entre a Universidade Federal do Ceará e a Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ, Professor de Fisioterapia da Faculdade de Medicina – Universidade Federal do Ceará – Brasil;

  • Márcio Almeida Bezerra, Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - Universidade Federal de Pernambuco – Brasil;
    Mestrando em Fisioterapia pela Universidade Federal de Pernambuco – Brasil

  • Patrícia Verçoza de Castro Silveira, Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia – Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
    Mestrando em Fisioterapia pela Universidade Federal de Pernambuco – Brasil

  • Gabriel Nunes de Mesquita, Departamento de Fisioterapia – Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
    Aluno de iniciação Cientifica e Graduando em Fisioterapia pela Universidade Federal de Pernambuco- Brasil
  • Magno Felipe Holanda Barboza Inácio Teixeira, Departamento de Engenharia Química - Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
    Mestrando em Engenharia Química - Universidade Federal de Pernambuco – Brasil
  • Sílvia Regina Arruda de Moraes, Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - Universidade Federal de Pernambuco - Brasil Departamento de Anatomia - Universidade Federal de Pernambuco – Brasil;
    Doutora em ciências morfofuncionais -Universidade de São Paulo – USP, Professora do Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - Universidade Federal de Pernambuco - Brasil

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Publicado

2013-05-08

Edição

Seção

Artigos Originais